Representando O Comportamento Individual Humano (Micro-Fundamentos e Padrões Macro I)

[Não há razão para nos vincularmos ao modelo padrão de comportamento hiper-racional adotado pelas teorias econômicas dominantes, que não descreve o comportamento real dos indivíduos e nem é útil como padrão normativo. As evidências históricas, empíricas e analíticas contra o comportamento hiper-racional e os agentes representativos são esmagadoras. Precisamos entender como os agentes individuais realmente se comportam, como eles realmente reagem às mudanças no ambiente macro e até que ponto, por sua vez, o ambiente é afetado de volta.]

por Anwar Shaikh, em Capitalismo: Competição, Conflitos e Crises

Comportamento individual

montagem baseada em colagem de jufos9 | flickr

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Não, Os Indivíduos Não São Máquinas de Cálculo Racional Egoísta

[Ao contrário das representações que as teorias econômicas dominantes fazem do comportamento individual humano e de sua maneira de tomar decisões, os indivíduos são seres altamente imperfeitos — com racionalidade limitada, motivos complexos e conflituosos, credulidade, condicionamento social e até mesmo contradições internas – e isso na verdade faz com que os indivíduos contem mais, e não menos.]

por Ha-Joon Chang

Kollage Kid | Flickr

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Não é Graças ao Capitalismo que Estamos Vivendo Mais, mas Graças a Políticas Progressistas

Ignore o conto de fadas habitual. Democracia, Sindicatos, Saúde e Educação: Essas são as forças que realmente importam.

por Jason Hickel, no The Guardian, em Novembro de 2019

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‘Em Manchester e Liverpool, as duas gigantes da industrialização capitalista, a expectativa de vida entrou em colapso.’ Crianças em Hulme, Manchester, 1954. Foto: Picture Post/Getty Images

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De Volta ao Debate Sobre o Planejamento Socialista II – Preços, Informação, Comunicação e Eficiência

[A análise dos aspectos econômicos da informação tem sido associada ao trabalho de Hayek, que enxerga o sistema de preços no mercado como um mecanismo de telecomunicação de informações e de adaptação a mudanças. As críticas de Hayek às possibilidades de um planejamento democrático da produção de bens e serviços, como apresentadas no artigo “O Uso do Conhecimento na Sociedade”, têm servido de base para enterrar qualquer forma de socialismo, mesmo para pessoas que resistem ao seu entusiasmo extremo por mercados irrestritos. Até que ponto as ideias de Hayek se sustentam, principalmente diante dos avanços posteriores na Teoria da Informação e na Ciência da Computação? Será que o sistema de mercado realmente é tão mais eficiente do que qualquer alternativa baseada no planejamento democrático socialista jamais poderia ser? Ou, pior, será que as ideias de Hayek realmente mostram que uma alternativa desse tipo não seria apenas menos eficiente, mas simplesmente impossível?]

Paul Cockshott e Allin Cottrell, 1994 (1997,2007, 2009)

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Montagem baseada em ilustração de C. Arrojo

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De Volta ao Debate Sobre o Planejamento Socialista I – Cálculo, Complexidade e Planejamento

Este artigo oferece uma reavaliação do debate sobre o cálculo socialista e examina até que ponto as conclusões desse debate deveriam ser modificadas sob a luz do desenvolvimento subsequente da teoria e da tecnologia da computação. Após uma introdução às duas principais perspectivas sobre o debate que foram oferecidas até o momento, examinamos o argumento clássico de von Mises contra a possibilidade de cálculo econômico racional sob o socialismo. Discutimos a resposta dada por Oskar Lange, junto dos contra-argumentos à Lange do ponto de vista austríaco. Finalmente, apresentamos o que chamamos de “resposta ausente”, isto é, uma reafirmação do argumento marxiano clássico por um cálculo econômico em termos de tempo de trabalho. Argumentamos que o cálculo por tempo de trabalho pode ser defendido como um procedimento racional, quando complementado por algoritmos que permitam que a escolha dos consumidores guie a alocação de recursos, e que tal cálculo é tecnicamente viável com o tipo de maquinário computacional atualmente disponível no Ocidente, com uma escolha cuidadosa de algoritmos eficientes. Nossa argumentação vai no sentido oposto das discussões recentes sobre planejamento econômico, que continuam afirmando que a tarefa seria de complexidade insolucionável.

Paul Cockshott e Allin Cottrell, 1993 (2004, 2008)

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Montagem baseada em ilustração de C. Arrojo

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Modernidade de Esquerda: Por um Futuro de Progresso, Liberdade e Emancipação Universais

“No clima atual, em todo o mundo, quase tudo que pode ser proposto como alternativa parecerá utópico ou trivial. Assim, nosso pensamento programático está paralisado.” – Roberto Mangabeira Unger

por Nick Srnicek e Alex Williams, em ‘Inventing the Future: Postcapitalism and a World Without Work’ [“Inventando o Futuro: Pós-Capitalismo e um Mundo Sem Trabalho”]

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[ foto de Mark Jonas de um mural na rua Mulberry, em Baltimore]

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Educação, Empreendedorismo, e Produtividade Individuais de Um Povo Realmente Explicam o Desenvolvimento de Um País?

por Ha-Joon Chang

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colagem de Ruben Martinho

[Nota do Minhocário: Os artigos abaixo lidam com 3 dos mitos que mais ouvimos (principalmente nas últimas décadas) para justificar a situação de subdesenvolvimento dos países mais pobres e dependentes, e para justificar a razão pela qual os países mais ricos teriam alcançado o seu nível de desenvolvimento: o nível da educação, a cultura empreendedora e a produtividade individual dos cidadãos desses países.]

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Sobre Mercados, Liberalismo Econômico e Neoliberalismo [Leituras Temáticas #2]

A solução para os graves problemas estruturais que enfrentamos hoje será ‘liberal’? Podemos confiar nos ‘Mercados’ para solucionar nossos problemas?

free-market

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Imaginários do Pós-Trabalho: Automação Completa, Renda Básica, Jornada de Trabalho e Ética do Emprego

O objetivo do futuro é o pleno desemprego, para que possamos aproveitar. É por isso que temos de destruir o atual sistema político-econômico”, Arthur C. Clark

por Nick Srnicek e Alex Williams, em ‘Inventing the Future: Postcapitalism and a World Without Work’ [“Inventando o Futuro: Pós-Capitalismo e um Mundo Sem Trabalho”]

imaginarios-pos-trabalho

Ilustração de Nathalie Lees para o jornal the Guardian

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Geoengenharia Para o Povo: Todos os Meios que Forem Necessários

Precisamos de uma visão abrangente de reconstrução ecológica – e isso significa ter a geoengenharia como parte de nossa visão.

por Peter Frase, na Revista Jacobin

geo-engenharia

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